
Vai para dois anos que foi adoptada a Declaração de Beijing pela OMS - Organização de Saúde.
E de que trata esta declaração?
Dado o aumento exponencial da procura e oferta das terapêuticas não convencionais, a OMS tem vindo a pressionar os diversos governos membros para adoptarem politicas que levem à regulamentação de terapias como a Acupunctura, a Osteopatia, a Naturopatia, etc.
Veremos então que directrizes estão na mesa da Ministra da Saúde desde pelo menos Novembro de 2008.
1. A Medicina Tradicional, seus tratamentos e práticas devem ser respeitados, preservados, promovidos e comunicados largamente e de forma apropriada, respeitando as circunstâncias de cada país.
Bom... por cá não temos ouvido nada.
2. Os governos têm a responsabilidade pela promoção da saúde das suas populações, pelo que devem formular políticas nacionais, regulamentos e standards, promovendo a integração da Medicina Tradicional, Complementar e Alternativa nos respectivos sistemas nacionais de saúde, de forma a assegurar o seu uso efectivo, seguro e apropriado
Não quero ser repetitivo... mas não dei por nada.
3. Reconhecendo o progresso que muitos governos já demonstraram até hoje ao integrarem a Medicina Tradicional nos seus serviços nacionais de saúde, apelamos aos que ainda não o fizeram para o fazerem.
Quem fala assim não é gago. Vamos ver.
4. A Medicina Tradicional deve continuar o seu desenvolvimento baseado em pesquisa e inovação. Governos e outros interessados devem colaborar na implementação de uma estratégia global e num plano de acção.
Será que a Fundação Champalimaud pega nisto? Já que não estou a ver as farmacêuticas a fazerem-no... (sim, deixei o Estado de fora, claro.)
5. Os Governos devem estabelecer sistemas para a qualificação, acreditação ou licenciamento de profissionais de Medicina Tradicional. Estes profissionais devem aumentar as suas competências com base em requisitos legais.
Vá... a regulamentar até não somos maus. Façam lá isso. Quero ver.
6. A comunicação entre profissionais de saúde convencionais e não convencionais deve ser fortalecida, desenvolvendo-se programas de treino próprios para profissionais de saúde, estudantes e investigadores.
Vou pesquisar, prometo aqui voltar.
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